Intel LGA1151: Guia Completo de Upgrade de CPU

O LGA1151 é uma das plataformas Intel mais fáceis de fazer upgrade: CPUs usadas são baratas e fáceis de achar, e o soquete aguenta mais do que as listas oficiais de suporte da Intel dão a entender.

O LGA1151 (Socket H4) abrange quatro gerações de processadores Intel para desktop, da 6ª geração Skylake à 9ª geração Coffee Lake Refresh; a 10ª geração Comet Lake já passou para o LGA1200. Além da troca direta por um chip de varejo mais rápido, dá para rodar CPUs de 8ª e 9ª geração em placas mais antigas, usar Xeons de servidor, instalar o CC150 do GeForce Now ou partir de vez para CPUs chinesas de notebook em adaptadores.

Neste guia:

  • como as duas revisões do soquete e o chipset definem quais CPUs sua placa aceita
  • três níveis de upgrade, da simples troca de CPU até CPUs de notebook modificadas, além de dois caminhos alternativos: Xeon E3 v5/v6 e Intel CC150
  • os erros mais comuns depois da troca: BIOS, VRM, limites de potência, refrigeração e memória
  • suporte ao Windows 11 e a CPU mais rápida para cada tipo de placa

O Que Você Precisa Saber Sobre o LGA1151

Revisões

Diferentemente da maioria dos soquetes Intel anteriores, o LGA1151 existe em duas versões, chamadas informalmente de 1151 v1 e 1151 v2. As duas têm a mesma quantidade e disposição de pinos, mas são eletricamente incompatíveis (pelo menos oficialmente; o lado não oficial fica para mais adiante). O 1151 v1 suporta processadores de 6ª e 7ª geração (Skylake e Kaby Lake), e o 1151 v2, os de 8ª e 9ª geração (Coffee Lake e Coffee Lake Refresh).

Chipsets

Para placas desktop, a Intel lançou 11 chipsets nas séries 100 e 200 (1151 v1) e 8 na série 300 (1151 v2).

ChipsetGeração LGA1151SegmentoOverclock da CPUOverclock de memóriaOverclock por BCLKPortas SATA 6GPortas USB 3.0/3.1DDR4 máx. (JEDEC)DDR4 máx. (OC)
H110v1 (6ª–7ª geração)UltraeconômicoNãoNãoNão44DDR4-2133DDR4-2133
H310v2 (8ª–9ª geração)UltraeconômicoNãoNãoNão45DDR4-2666DDR4-2666
B150v1 (6ª–7ª geração)EconômicoNãoNãoNão66DDR4-2133DDR4-2133
B250v1 (6ª–7ª geração)EconômicoNãoLimitadoNão66DDR4-2400DDR4-2666
B360v2 (8ª–9ª geração)EconômicoNãoLimitadoNão66DDR4-2666DDR4-2933
H170v1 (6ª–7ª geração)ConvencionalNãoNãoNão88DDR4-2133DDR4-2133
Q150v1 (6ª–7ª geração)CorporativoNãoNãoNão88DDR4-2133DDR4-2133
Q170v1 (6ª–7ª geração)Corporativo+NãoNãoNão88DDR4-2133DDR4-2133
Z170v1 (6ª–7ª geração)EntusiastaSimSimSim88DDR4-2133DDR4-4000+
H270v1 (6ª–7ª geração)ConvencionalNãoLimitadoNão88DDR4-2400DDR4-2666
Q250v1 (6ª–7ª geração)CorporativoNãoNãoNão88DDR4-2400DDR4-2400
B365v2 (8ª–9ª geração)Econômico+NãoLimitadoNão68DDR4-2666DDR4-2933
H370v2 (8ª–9ª geração)ConvencionalNãoLimitadoNão88DDR4-2666DDR4-2933
Q270v1 (6ª–7ª geração)Corporativo+NãoNãoNão88DDR4-2400DDR4-2400
Z270v1 (6ª–7ª geração)EntusiastaSimSimSim88DDR4-2400DDR4-4200+
Q370v2 (8ª–9ª geração)CorporativoNãoNãoNão88DDR4-2666DDR4-2666
Z370v2 (8ª–9ª geração)EntusiastaSimSimSim66DDR4-2666DDR4-4000+
Z390v2 (8ª–9ª geração)EntusiastaSimSimSim68DDR4-2666DDR4-4400+

O chipset importa: ele define a quantidade de portas e se dá para fazer overclock. Também serve como indicador aproximado da alimentação da placa, já que modelos com chipsets de entrada costumam vir com VRM fraco, e isso limita as CPUs que eles aguentam.

Overclock

Entre os processadores de varejo, o overclock completo via multiplicador exige uma CPU da série K e um chipset da série Z.

No início da vida do soquete, algumas placas permitiam overclock via BCLK em CPUs Skylake bloqueadas, mas hoje isso é mais curiosidade do que opção prática.

Antes do Upgrade

Este guia parte do princípio de que você já tem um sistema LGA1151, ou pelo menos a placa-mãe. Antes de comprar qualquer coisa:

  1. Identifique o modelo da sua placa-mãe. É ele que define a CPU mais rápida que você pode instalar.
  2. Confira o chipset para saber do que o sistema final vai ser capaz.
  3. Avalie com sinceridade suas habilidades: alguns caminhos envolvem modificar a BIOS, fazer pin mod e usar um gravador de BIOS.
  4. Defina um orçamento. Upgrades no LGA1151 vão de uns US$ 20 a algumas centenas de dólares.

Como Identificar o Modelo da Sua Placa-Mãe LGA1151

Método por Software (Mais Confiável)

Aba Mainboard do CPU-Z mostrando o fabricante e o modelo da placa-mãe
CPU-Z (recomendado):

  1. Baixe em cpuid.com
  2. Abra o programa e vá até a aba “Mainboard”
  3. Veja os campos “Manufacturer” e “Model”

Alternativas: AIDA64, Speccy, HWiNFO64.

Método pela BIOS/UEFI

  1. Pressione Del ou F2 durante a inicialização
  2. O modelo aparece na tela principal ou em “System Information”

Inspeção Visual

O nome do modelo geralmente vem impresso na própria placa:

  • entre os slots de memória e o soquete da CPU
  • perto da bateria da placa-mãe
  • ao redor do conector de alimentação de 24 pinos

Nível 1 — Processadores Suportados

Nível 1 — processadores suportados (ícone)

Dificuldade: Fácil

O caminho mais simples é a CPU de varejo mais rápida que sua placa suporta oficialmente. Nada de truques aqui, só o upgrade mais direto.

Consulte a lista de CPUs suportadas no site do fabricante da placa ou compare os modelos na nossa lista completa de CPUs LGA1151. Hoje em dia é difícil achar CPUs de 8ª e 9ª geração novas, então, nas duas revisões do soquete, o caminho é quase sempre o mercado de usados: Mercado Livre, OLX ou AliExpress.

No máximo, talvez seja preciso atualizar a BIOS antes, e isso tem que ser feito com a CPU antiga ainda instalada (veja Erros Comuns no Upgrade).

Nível 2 — Não Suportados, mas Compatíveis

Dificuldade: Média–Alta

Duas versões incompatíveis do mesmo soquete físico não agradaram aos entusiastas. Como as revisões são fisicamente idênticas, o pessoal começou a experimentar e descobriu que elas não eram tão incompatíveis quanto a Intel dizia. Modificando certos contatos da CPU (o pin mod) e alterando a BIOS da placa-mãe, é possível rodar processadores Coffee Lake e Coffee Lake Refresh na maioria das placas das séries 100 e 200, sem que a placa perca a compatibilidade com Skylake e Kaby Lake. Essa combinação ficou conhecida como Coffee Mod. O processo não é simples, mas, depois de feito, os chips Coffee Lake funcionam direito, com algumas ressalvas.

O Coffee Mod é especialmente popular entre donos de boas placas Z170 e Z270: com uma alimentação bem dimensionada, elas seguram processadores topo de linha de 8ª e 9ª geração sem problemas.

Explicamos o Coffee Mod passo a passo em um guia separado. Em resumo, ele envolve:

  • fazer backup da BIOS original
  • identificar a revisão da sua CPU de 8ª ou 9ª geração, que define se o pin mod é necessário
  • o pin mod em si: isolar e/ou interligar contatos na parte de baixo da CPU com fita Kapton, fita condutiva ou papel-alumínio, fita isolante, grafite de lápis ou fita comum
  • escolher a versão certa da BIOS para modificar (depende do modelo e do fabricante da placa)
  • modificar a BIOS, geralmente com o utilitário CoffeeTime
  • gravar a BIOS modificada, o que em algumas placas exige um gravador
  • testar

Muita coisa pode dar errado no caminho, então não é um bom primeiro projeto para quem está começando.

Ferramenta Essencial
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Alternativa: Xeon E3 v5 e v6

Processador Intel Xeon E3 na caixa original

Dificuldade: Média (só BIOS modificada)

Se você prefere não mexer nos contatos da CPU como no Coffee Mod, mas ainda quer 8 threads e desempenho de Core i7 gastando menos, vale olhar a série de servidor Xeon E3-1200 v5/v6.

Na prática, são Core i7 Skylake e Kaby Lake que a Intel travou para funcionar só em chipsets de workstation (C232/C236). Os entusiastas acabaram encontrando uma forma de contornar essa trava em placas comuns (H110, B150, Z170 e outras).

A principal diferença em relação ao Coffee Mod é que a CPU não precisa de nenhuma modificação: nada de fita, grafite ou contatos interligados. Ela vai direto no soquete, e basta gravar uma BIOS modificada que remove a trava de software.

Nem todo E3 tem Hyper-Threading: o E3-1220 e o E3-1225 rodam com 4 threads, então, para ter 8, procure modelos como E3-1230, E3-1240 ou E3-1270.

Guia Detalhado: Xeon E3 v5 e v6 em Placas Desktop

Saiba quais placas são compatíveis e como modificar a BIOS para economizar no upgrade.
Leia o Guia do Xeon E3 v5/v6 →

Nível 3 — Opções Experimentais

CPU de notebook modificada (“Frankenstein”) em adaptador para LGA1151

Processadores chineses “Frankenstein”

Dificuldade: Máxima

Além das CPUs de varejo, existe toda uma linha de modelos chineses incomuns. Os chips em si foram projetados para notebooks; engenheiros chineses os montaram em adaptadores que encaixam no soquete LGA1151.

Eles chegam a 8 núcleos e 16 threads e têm seus próprios truques: modelos com multiplicador desbloqueado, por exemplo, fazem overclock em qualquer chipset, até no H110. Rendem muito pelo preço, mas as desvantagens são reais: instalação mais difícil, compatibilidade pior que a das CPUs de varejo, problemas no controlador de memória e a necessidade de preparar e gravar uma BIOS modificada.

Mesmo assim, estão entre as melhores opções de custo-benefício da plataforma. Falamos deles em detalhes em um artigo separado.

Alternativa: Intel CC150

Intel CC150 — CPU de servidor do GeForce Now para LGA1151 v2

Dificuldade: Fácil no 1151 v2, Média–Alta no 1151 v1 (Coffee Mod)

O Intel CC150 é um processador LGA1151 v2 que a Intel fez especificamente para os servidores de jogos em nuvem GeForce Now, da Nvidia. Mais tarde, ele apareceu à venda no AliExpress e em outros marketplaces.

A Intel nunca o vendeu oficialmente, mas é um produto acabado. Funciona sem ajustes em placas 1151 v2 e roda em placas 1151 v1 via Coffee Mod.

O desempenho é bom, sem ser de ponta, e ele exige menos da alimentação da placa do que os modelos topo de linha. Mais detalhes no nosso artigo completo sobre o CC150.

Desempenho do CC150: jogos e testes sintéticos

Erros Comuns no Upgrade

A maioria dos problemas depois da troca de CPU no LGA1151 se resume a poucas causas.

Atualize a BIOS Antes

Se a sua placa precisa de uma BIOS mais nova para reconhecer a CPU nova, atualize-a com a CPU antiga ainda instalada. Com o chip novo no lugar e a BIOS desatualizada, muitas vezes a placa nem dá vídeo, e você fica tendo que arrumar uma segunda CPU ou um gravador. A exceção são as placas com botão USB BIOS Flashback, que podem ser atualizadas sem nenhuma CPU instalada.

VRM Fraco em Placas Baratas

Placas H310 e B360 de entrada costumam ter VRM de 3 ou 4 fases sem dissipador. Coloque um i7-8700, i7-9700 ou i9-9900 numa delas, rode uma carga longa em todos os núcleos (renderização, codificação de vídeo, compilação) e o VRM vai superaquecer bem antes de o cooler da CPU virar o limite. A placa então corta a potência e o clock cai para perto do clock base, enquanto a temperatura da CPU parece totalmente normal. O mesmo vale para placas H110 e B150 baratas rodando chips Coffee Lake via Coffee Mod.

Como identificar e evitar:

  • antes de comprar uma CPU de 6 ou 8 núcleos, procure testes de VRM do modelo exato da sua placa
  • acompanhe o clock e o consumo total da CPU (CPU Package Power) no HWiNFO64 durante uma carga longa: se o clock cai enquanto a temperatura da CPU está normal, desconfie do VRM (algumas placas também mostram a temperatura do VRM)
  • garanta algum fluxo de ar no VRM: uma ventoinha do gabinete apontada para a região do soquete ou um cooler top-down já ajuda
  • defina um limite de potência na BIOS e aceite uma pequena perda de desempenho em troca de clocks estáveis

Limites de Potência e Consumo Real

O TDP da Intel é medido no clock base. Em turbo, o consumo real é bem maior, e muitas placas, principalmente Z370 e Z390, removem os limites de potência da Intel por padrão. Um i9-9900K com TDP de 95 W pode puxar 150–200 W com todos os núcleos em carga nesse tipo de placa, e é isso que o cooler e o VRM precisam aguentar de verdade. Dá para conferir e alterar os limites na BIOS (PL1/PL2, geralmente chamados de “Long Duration” e “Short Duration Power Limit”).

Refrigeração

A CPU nova pode precisar de mais refrigeração do que o seu cooler atual oferece. Dimensione o cooler pelo consumo real, não só pelo TDP da caixa, e lembre que o overclock faz o consumo e o calor subirem rápido.

Escolha básica de cooler:

Consumo da CPU Tipo de cooler Exemplos
Até 65 W Cooler box ou torre de 90–120 mm Cooler box da Intel (i3/i5), Arctic Freezer 7 X
65–95 W Torre de 120–140 mm Cooler Master Hyper 212, Thermalright Assassin X 120 Refined SE
95 W+, sem limites de potência ou com overclock Torre dupla ou water cooler de 240–280 mm Thermalright Peerless Assassin 120 SE, Thermalright Phantom Spirit 120 SE, Noctua NH-D15 G2

Confira o suporte ao soquete antes de comprar: alguns coolers recentes vêm sem o kit de montagem para LGA115x. O Arctic Freezer 36, por exemplo, precisa de um kit LGA1200/115x vendido à parte.

Memória em Placas Sem Chipset Z

Em qualquer chipset que não seja da série Z, a memória não passa da especificação oficial da CPU: DDR4-2133 na 6ª geração, DDR4-2400 na 7ª e DDR4-2400 ou 2666 na 8ª e 9ª, dependendo do modelo. Um kit XMP mais rápido funciona, só que nessa velocidade. Muitas placas de entrada também limitam o ajuste de timings de memória.

Quando Upgrades em LGA1151 Não Valem a Pena

Às vezes, um upgrade no LGA1151 não compensa, seja no bolso ou na parte técnica, e uma plataforma mais nova entrega mais pelo mesmo dinheiro:

  • Sua placa é um modelo de entrada bem básico. Uma CPU potente numa placa fraca não combina, e algumas dessas placas nem permitem ajustar os timings de memória. Se o upgrade exigir comprar placa e CPU novas, na prática você está montando um PC do zero, então vale olhar uma plataforma mais recente.
  • Você já tem uma das CPUs mais fortes. Com uma placa Z370 e um Core i7-8700K, por exemplo, um chip mais rápido ainda ajuda, mas vender o sistema e migrar para um soquete mais novo dá um salto muito maior.
  • Você precisa de portas e interfaces modernas. O LGA1151 fica limitado ao PCIe 3.0 para placas de vídeo e SSDs e tem menos portas modernas do que as plataformas mais novas.

Quiz Interativo: Qual CPU Serve na Sua Placa?

Um quiz rápido que sugere um processador com base na sua placa-mãe e nas suas habilidades técnicas. Por enquanto, ele está disponível só em inglês.

Perguntas Frequentes

O Windows 11 suporta processadores LGA1151?

Oficialmente, só as CPUs de 8ª e 9ª geração (Coffee Lake e Coffee Lake Refresh), ou seja, sistemas 1151 v2. Os chips de 6ª e 7ª geração (Skylake e Kaby Lake) não estão na lista de CPUs suportadas da Microsoft.

Os outros requisitos são fáceis de cumprir: quase toda placa LGA1151 tem Intel PTT, um TPM 2.0 via firmware que você ativa na BIOS, e suporta boot UEFI com Secure Boot (o disco do sistema precisa estar em GPT).

Ainda dá para instalar o Windows 11 em CPUs de 6ª e 7ª geração contornando a verificação de hardware (o Rufus faz isso ao criar o pendrive), e ele roda normalmente. Mesmo assim, é uma configuração não suportada: a Microsoft não garante atualizações e exibe o aviso “Requisitos do sistema não atendidos”.

O Windows 11 funciona depois do Coffee Mod ou com um Xeon E3?

Depois do Coffee Mod, a verificação de CPU passa, porque o processador em si é de 8ª ou 9ª geração. Se o PTT continua funcionando ou não depende da BIOS modificada; se não funcionar, um módulo TPM dedicado resolve em placas que têm conector TPM. Os Xeon E3 v5/v6 são Skylake e Kaby Lake, então ficam no mesmo grupo não suportado das CPUs Core de 6ª e 7ª geração.

Qual é a CPU mais rápida para uma placa LGA1151 v1?

Oficialmente, o Core i7-7700K (4 núcleos/8 threads, até 4,5 GHz). Só com a BIOS modificada, os Xeon E3-1270 v6 e E3-1280 v6 entregam desempenho parecido, também com 4 núcleos/8 threads, mas com multiplicador bloqueado. Com o Coffee Mod, uma boa placa Z170 ou Z270 roda chips de 8 núcleos até o i9-9900K.

Qual é a CPU mais rápida para uma placa LGA1151 v2?

O i9-9900KS (8 núcleos/16 threads, 5,0 GHz em todos os núcleos, TDP de 127 W), seguido pelo bem mais comum i9-9900K/KF. Os dois pedem uma boa placa Z390 ou Z370. Em placas H310 e B360, o teto sensato é um i7-9700 ou i9-9900 com os limites de potência da Intel ativos (veja Erros Comuns no Upgrade). Todos os modelos estão na nossa lista completa de CPUs LGA1151.

Escrito por

Especialista Sênior em Hardware, provando que você não precisa de equipamentos de ponta para jogar. Especialista em atualizações inteligentes e restauração de PCs com orçamento limitado.

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